"Era ele o homem da aventura: e a aventura não é um romance, como se imagina. Não se aprende num livro. Não é feita nem para os românticos retardados, nem para os carcereiros. A aventura é sempre uma coisa vivida, e para a conhecer é preciso, antes de tudo, estar à altura de a viver, de a viver sem medo."
Blaise Cendrars, Rum, trad. Eduardo Valente da Fonseca, Lisboa: Ulisseia/Editores Associados, s.d., p. 50.

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