"Porque os fantasmas, uma vez criados, nunca mais nos deixam. Acompanham-nos toda a vida. Geramo-los com os nossos actos, chegando a ter assim uma existência muito mais real e tangível do que a dos outros seres com quem lidamos todos os dias. Por fim dominam-nos."
Raul Brandão, «Camilo e o fantasma», in A pedra ainda espera dar flor - Dispersos 1891-1930, org. Vasco Rosa, Lisboa: Quetzal, 2013, p. 91.

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