"Os carros de prata e de cobre -
As proas de aço e de prata º
Removem a escuma,. -
Levantam os montes de solvas.
As correntes da terra,
E os sulcos imensos do refluxo,
Correm circularmente para leste,
Para os pilares da floresta, -
Para os fustes do dique
Cujo ângulo é ferido por turbilhões de luz."
Jean-Arthur Rimbaud, Iluminações, trad. Mário Cesariny, Lisboa: Assírio & Alvim, 2007, p. 73.

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