"Rytmel agradeceu, deitou uma gota de chá na pequenina taça dourada. Eu, no entanto, olhava a condessa.Estava originalmente linda. Tinha o vestido levemente decotado sobre o seio. E o luar dava-lhe aquele nimbo poético que todas as claridades misteriosas, ou venham de astros mortos ou de luzes desmaiadas, dão às figuras louras."
Eça de Queirós e Ramalho Ortigão, O mistério da estrada de Sintra, Lisboa: Circulo de Leitores, 2006, p. 142.

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