"O senhor Bellombre tinha-se levantado, e seguia a alameda do seu jardim, em passos curtos e sossegados. Então, Clotilde, que continuava a olhar para ele, silenciosa, disse no fim:- Contudo, tem a alegria da renúncia. Renunciar, não viver, reservar-se para o mistério, não foi isso toda a grande felicidade dos santos?- Se eles não viveram - bradou Pascal - não podem ser santos."Émile Zola, O Doutor Pascal, trad. José Carlos de Menezes, Lisboa: Guimarães & C.ª, s.d., p. 54.

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