"aí do alto do corpo que conheça,
a noite revê-se enxuta
expondo a cidade: a secura
das esfinges gravadas
mais pela água.
daí donde invadem as atmosferas
e se partem os corpos em poalhas,
só limpa é a altura na dispersão."
Óscar Possacos, curva, Vila Nova de Famalicão: Húmus, 2024, p. 60.

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