"Ela passou por ele sem o ver, o que lhe permitiu afinal de contas fixar bem o seu rosto, antes de voltar a sair, sob os olhares espantados dos funcionários par quem a sua atitude tinha um ar de perseguição, como se ele pudesse ser um fauno, embora o bigode lhe desse um ar equívoco ao rosto, com algo de sensual, que no entanto a austeridade com se vestia atenuava bastante."
Nuno Júdice, A mulher escarlate, col. Brevísssima, 28, Porto: Livraria Civilização Editora, 1997, p. 13.







.jpg)

.jpg)
.jpg)





.jpg)


