"Nós vivemos fechados no nosso mundo, e um dia descobrimos que existe mais alguém, é isso apaixonar-se, tomar consciência da realidade de alguém além de nós. Sair da caverna e descobrir o mundo. E de novo a ideia do santo, o santo esquece-se de si mesmo e vê aquilo que existe, e identifica-se com aquilo que existe. Não se trata de fazer milagres, ou caminhar sobre as águas, ou trazer os mortos de regresso à vida, isso são apenas sinais, é um estado de consciência..."
Ana Teresa Pereira, Se nos encontrarmos de novo, Lisboa: Relógio D'Água, 2004, p. 61-62.



















