"Olhavam-se os suplicantes, interditos: tinham esperado outra fala, algo de transcendente! Afinal, expressava-se como qualquer um deles, abstraindo das faculdades espantosas de ouvir e ver, talvez perceber..."
Filomena Cabral, Em Demanda da Europa, Porto: Campo das Letras, 1997, p. 21.
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