"Acharam-se então em plena floresta. Apenas ali falavam as aves e as fontes. No ar fino e puro respirava-se um subtil olor campestre. A quietação, a paz da natureza alastrava profunda e suavíssima.Encantado, João Borges censurava-se por nunca ter ainda visitado o Minho e parava algumas vezes observando a paisagem pelas clareiras do arvoredo.Mas a consciência do dever sobrepôs-se a todas as suas gratas impressões de touriste: era preciso, quanto antes, proporcionar algum descanso a Francisco Eduardo."
Alberto Pimentel, O Arco de Vandoma, 2.ª edição, Lisboa: Parceria A. M. Pereira, Lda., 1972, p. 308.
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