"Com capelinhas de pedra tosca, com a arte própria do tempo e da classe, estão as estradas nortenhas guarnecidas de longe, a longe, com as «Alminhas» a chamar à vida, aquelas que estão a arder nas labaredas que lhe cobrem a cara e as mãos.As pessoas param. Ficam e rezam; e as «Alminhas», de mãos erguidas, esperam impacientemente a hora do resgate e da purificação."Maria da Glória Teixeira de Vasconcellos, Último Livro, Braga, 1976, p. 51.

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