"As estátuas reflectem vozes de muito longe, pés mansos, pontas de bocas, oráculos em sua inteligível comunicação, sopro de poeira inerente ao sub-reptício vaivém de vultos embrulhados em seu domínio, vultos assinalando um mundo consertado, um tempo talvez ainda outro"
Olga Gonçalves, Ora Esguardae, 3.ª edição, Lisboa: Caminho, 1989, p. 74.

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