"Oiço a pedra vasta
do calor.
Aceso, à sombra,
ao tronco
igualo
o silêncio do meu peito.
Insectos surdos
do olhar
fortificam
o instante."
António Ramos Rosa, Nos Seus Olhos de Silêncio, cadernos de poesia, n.º 14, Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1970, p. 17.

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