"se na raiz das palavras vigiadas
ressoa o velho rio
se para cá os erros de ontem
mora a verdade anterior
se na cruz das grades se engavinha
a hera renovada
que havia à nossa porta
então amiga nada está perdido
pois tudo recomeça"
José Magro, Torre Cinzenta, Lisboa: Edições «Avante!», 1980, p. 35.
ressoa o velho rio
se para cá os erros de ontem
mora a verdade anterior
se na cruz das grades se engavinha
a hera renovada
que havia à nossa porta
então amiga nada está perdido
pois tudo recomeça"
José Magro, Torre Cinzenta, Lisboa: Edições «Avante!», 1980, p. 35.

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