" - Temos a liberdade de escolher.
- Sim, temos esse livre arbítrio não só durante a vida, como depois de mortos. E ele imagina, várias vezes, o caso de um réprobo que chega ao paraíso, ao céu; e então esse réprobo está, bom, entre os jardins do céu, está a ouvir a música celestial, está a conversar com anjos e tudo isso lhe parece horrível e fétido a ele, E, além disso, sofre; por exemplo, sente a luz como uma ferida."
Osvaldo Ferrari, Em diálogo com Jorge Luís Borges, vol. I, trad. Cristina Rodriguez e Artur Guerra, Círculo de Leitores, 2001, p. 203.
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