"Recordava com carinho estas visitas intensas e, no entanto, vagas e quase destituídas de sentido. Era tão importante ter pensamentos tranquilos e afectuosos acerca das pessoas nas alturas de ócio, em especial, talvez, em relação aos mortos que, sendo imateriais, precisam desesperadamente que pensemos neles."
Iris Murdoch, A Máquina do Amor Sagrado e Profano, trad. Fernanda O' Brien, Lisboa: Relógio d'Água, 2004, p. 18.
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