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O homem que sou, e o mundo em que vivo, sempre em estado de desgraça, essa trágica fonte de poesia. O poeta, em estado de graça? A musa bebe na miséria humana, na ironia terrível da natureza."
Casimiro de Brito, Fragmentos de Babel seguido de Arte Poética, Vila Nova de Famalicão: Quasi Edições, 2007, p. 69.

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