"Vejo infinitas máscaras que cercam, bailando, a minha máscara contemplativa, de espectral presença, abismática e parada, onde as outras se reconhecem, porque o meu ser é uma lagoa, morta e sem fundo, reflectindo estrelas, nuvens, ramos de árvores..."
Teixeira de Pascoaes, Verbo Escuro, Lisboa: Assírio & Alvim, 1999, p. 76.
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